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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Cartaz de Sementiga Plum!

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Design: Clara Bento, 1980

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Ficha técnica e artística de Sementiga Plum!...

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Sementiga Plum!... ou em terra de olhos quem tem rei é cego
Criação colectiva de O Realejo
Músicas, arranjos e direcção musical: José Prata
Poemas: Manuel A. Brandão ("Cantiga do Grão" e Cantiga da Água"),
             Victor Valente ("Cantiga dos Tempos")
Colaboração musical: Tentugal
Gravação: Estúdios RM / Fernando Rangel
Cenografia, figurinos e cartaz: Clara Bento
Direcção e encenação: Victor Valente

domingo, 1 de novembro de 2009

Texto / poema do programa de Sementiga Plum!

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E pensámos nas crianças.
E em nós quando éramos crianças.
E na criança que existe dentro de nós.
E nas histórias dos livros e nos livros da História.
E nos "maus" e nos "bons"
E nas fadas e nas bruxas
Nas poções mágicas, nos mágicos e nas "mágicas".
E no Pinóquio a quem o pai Gepeto deu vida.
E nas marionetas a quem outros não deram vida
e tentarão nunca dar...

As histórias do realejo

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"SEMENTIGA PLUM! OU...  EM TERRA DE OLHOS QUEM TEM REI É CEGO...
Pelo grupo O Realejo, Teatro da Comuna, Junho 1980

"São raros, neste momento, os grupos não institucionalizados, isto é, que se situam entre o teatro de amadores e o teatro profissional, produzindo espectáculos relativamente marginais à produçâo norma! do nosso teatro independente. Entre os que restam, dois são portuenses: “Rodaviva” que veio há meses a Lisboa, e também à Comuna, como então noticiámos, e o outro, este “O Realejo” que já depois de se ter deslocado a Galiza, veio até cá contar as suas histórïas.

sábado, 31 de outubro de 2009

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O Coração e a ideia do Teatro

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«O Realejo» e o seu «Sementiga-Plum!!!», ou em terras de olhos que tem rei é cego» são a prova provada de que em Portugal já se faz teatro bem metido na carne e nas ideias das pessoas; prende e desprende; cativa e liberta. Prende-nos e cativa-nos a carne e os sentidos; desprende-nos e liberta-nos os sentimentos e as ideias.
E se «O Realejo» fez uma aposta estética: a combinação da imagem com a ideia, numa harmonia surpreendente, assumiu, então, a partir daí, um compromisso com o público: continuar, obrigatoriamente a fazer teatro, seja onde for, dê por onde der, mesmo que os teatros se virem de pernas para o ar.

domingo, 25 de outubro de 2009